Royalties do petróleo: Procuradoria-Geral acompanha julgamento no STF que pode aumentar repasses a MS

  • 06/05/2026
(Foto: Reprodução)
Supremo Tribunal Federal marca para quarta (6) julgamento da lei que modifica distribuição dos royalties do petróleo Jornal Nacional/ Reprodução A Procuradoria-Geral de Mato Grosso do Sul (PGE) acompanha, nesta quarta-feira (6), a retomada do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da lei que ampliou a distribuição dos royalties do petróleo e gás natural no Brasil. A decisão pode mudar a divisão dos recursos entre estados e municípios não produtores, como Mato Grosso do Sul. A PGE defende que os royalties sejam tratados como parte da riqueza gerada pela exploração dos recursos naturais, e não como compensação por impactos da atividade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O que está em análise Vídeos em alta no g1 O STF analisa se a lei que mudou as regras de distribuição dos royalties é constitucional. A lei previa uma distribuição mais ampla dos royalties e participações especiais, reduzindo a concentração desses recursos nos estados produtores. 🔎Royalties são uma compensação financeira paga pelas empresas petroleiras ao Estado brasileiro pelo direito de extrair petróleo e gás natural no território brasileiro. 🔎Já as participações especiais são uma compensação adicional, cobrada apenas de campos de petróleo e gás com grande volume de produção ou alta rentabilidade. Em 2013, a ministra Cármen Lúcia suspendeu os efeitos da lei por decisão liminar, interrompendo a mudança nas regras, que deveria ter sido concluída até 2019. A defesa de Mato Grosso do Sul será feita pela procuradora do Estado Ana Carolina Ali Garcia, que atua no caso desde o início. Segundo ela, o principal ponto em discussão é a natureza dos royalties. “Os royalties do petróleo, na forma da legislação atual, devem ser enquadrados no modelo de distribuição da riqueza nacional gerada pela exploração dos recursos naturais, e não como compensação pelos possíveis impactos causados aos Estados produtores”, afirmou. De acordo com a procuradora, a legislação usa como base o faturamento da atividade petrolífera, e não possíveis danos causados. “Ou seja, o fato causal é o faturamento obtido com a exploração do petróleo e gás natural, e não os eventuais danos provocados pela atividade”, complementou Ana Carolina. A PGE também argumenta que a demora do STF em decidir o tema aumentou as desigualdades fiscais entre estados e prejudicou o modelo de divisão equilibrada de receitas entre União, estados e municípios. Além disso, o órgão afirma que argumentos usados para manter a arrecadação de alguns estados não seguem os critérios previstos na Constituição para a divisão desses recursos. A expectativa é que o julgamento defina de forma definitiva uma das principais disputas sobre a divisão de receitas públicas no país. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

FONTE: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/05/06/royalties-do-petroleo-procuradoria-geral-acompanha-julgamento-no-stf-que-pode-aumentar-repasses-a-ms.ghtml


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