Quem são os pré-candidatos ao Governo do RJ em 2026?

  • 01/03/2026
(Foto: Reprodução)
Chapa metropolitana do PL testa tática de Garotinho contra o candidato da capital Eduardo Paes no RJ A disputa pelo Palácio Guanabara começa a ganhar forma com o anúncio de pré-candidatos nas últimas semanas. Depois de o prefeito Eduardo Paes (PSD) confirmar que tentará novamente ser governador – ele perdeu para Wilson Witzel em 2018 – e anunciar Jane Reis (MDB) como vice na chapa, na terça-feira (24) o PL confirmou o deputado federal Douglas Ruas como pré-candidato, com Rogério Lisboa (PP) como pré-candidato a vice. As duas chapas brigam por apoios de partidos Outros partidos ainda não se definiram. Veja abaixo os pré-candidatos ao Governo do RJ (em ordem alfabética): Douglas Ruas (PL) Douglas Ruas, pré-candidato ao governo do RJ pelo PL Reprodução/Governo do Rio de Janeiro Douglas Ruas (PL) foi anunciado pelo senador Flávio Bolsonaro como o candidato do PL no estado. O secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, também chegou a ser cotado para a vaga. Filho do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson, Douglas Ruas está em seu primeiro mandato como deputado estadual. Foi eleito em 2022 como o segundo mais votado do estado, com 175 mil votos. Douglas é Policial Civil, tem 37 anos e declarou à justiça eleitoral um patrimônio de R$ 1,2 milhão em 2022. Douglas tem oito projetos de lei apresentados na Alerj, nenhum deles relacionados a polêmicas. Sua baixa participação na Alerj está relacionada à atuação como secretário de Estado das Cidades, cargo que ocupa desde setembro de 2023. A pasta das Cidades é responsável por investir em obras em parceria com prefeituras de todo o Estado. Segundo o Portal da Transparência do Governo do Estado, a secretaria é responsável por investimentos de R$ 2,1 bilhões em projetos em 20 municípios. Eduardo Paes (PSD) Eduardo Paes, prefeito do Rio, é pré-candidato ao governo do estado Onofre Veras/TheNews2/Estadão Conteúdo Ao ser reeleito para a Prefeitura do Rio, Eduardo Paes negou, em entrevista ao g1, que viesse candidato ao governo, mas já confirmou que vai deixar o vice Eduardo Cavaliere no comando do município para tentar o executivo estadual. A saída será, segundo ele, em 20 de março. Paes passou a intensificar agendas no interior e na Região Metropolitana, ampliando o discurso para temas estaduais como segurança pública, mobilidade intermunicipal e desenvolvimento regional. As alianças vão do PT – está fechado com o presidente Lula – a antigos aliados de Bolsonaro, como Washington Reis, presidente do MDB no RJ e ex-prefeito de Duque de Caxias, principal reduto eleitoral bolsonarista na Baixada Fluminense. Em 19 de fevereiro, o prefeito anunciou aliança com o MDB estadual e Jane Reis, irmã de Washington, como vice da chapa. A advogada chegou a ser candidata pelo MDB à prefeitura de Magé, na Baixada, e recebeu 5,92% dos votos. Evangélica, é casada com um pastor. A escolha, como apurou o blog de Octavio Guedes, é vista como um movimento de Paes para consolidar sua influência na Baixada Fluminense, região considerada o "fiel da balança" em eleições no RJ. Disputa ainda deve ganhar novos nomes O cenário, no entanto, está longe de definido. Outros partidos podem vir com candidatos próprios, como o Missão, novo partido originado no Movimento Brasil Livre (MBL). O bombeiro Rafael Luz, que tem ganhado força nas redes sociais como influenciador, tem tido o nome cotado. O psiquiatra e influenciador Ítalo Marsili é ventilado como representante do Novo, sendo comparado, pelo perfil coach e outsider da política com o empresário Pablo Marçal, que tentou ser prefeito de São Paulo na última eleição. O PSOL também deve encaminhar candidato próprio. Glauber Braga é cotado, mas deve manter candidatura a reeleição como deputado federal. O nome mais provável é William Siri, vereador em seu segundo mandato na Câmara do Rio. Correm por fora Monica Benicio e Thais Ferreira, também vereadoras. O PT deve manter o apoio costurado entre o presidente Lula e Paes, mas a possibilidade de o deputado André Ceciliano concorrer ao mandato-tampão de governador (entenda) pode alterar o rumo das coisas. O prefeito de Magé Renato Cozzolino tem sido levantado como pré-candidato do Democracia Cristã, mas a TV Globo apurou que há negociações para o partido entrar na aliança com o PSD. Wilson Witzel, o governador que sofreu impeachment, afirma ter apoio do pré-candidato a presidente da legenda, Aldo Rebelo. Além de o partido no RJ negar, porém, ele ainda teria que vencer a inelegibilidade.

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/03/01/os-pre-candidatos-ao-governo-do-rj-em-2026.ghtml


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