Chuva em SP: 13 pessoas morrem vítimas das enchentes, queda de árvores ou deslizamentos

  • 26/01/2026
(Foto: Reprodução)
Em menos de dois meses, 13 pessoas já morreram em consequências das chuvas em SP No estado de São Paulo, em pouco mais de um mês e meio, 13 pessoas morreram vítimas de enchentes, queda de árvores ou deslizamentos. A enxurrada já estava forte quando Romeu Macione Neto, de 75 anos, saiu de casa, na Zona Norte de São Paulo, para tentar salvar o carro. O homem caiu, foi arrastado pela água e ficou preso embaixo de outro carro. Na Zona Leste, a correnteza arrastou um motociclista, que acabou sendo salvo por um morador. Em Guarulhos, na Região Metropolitana, outro motociclista tentou enfrentar a enchente e desapareceu em um córrego. Ele foi resgatado com vida em outro ponto. É o mesmo local onde um homem morreu em uma enxurrada em dezembro de 2025. Em um outro córrego da capital, dez dias atrás, a força da água carregou um carro com um casal. Os dois morreram. No estado, já são 13 mortos desde o início da temporada de chuvas, há quase dois meses. Em Ilhabela, no litoral, dois homens morreram em dezembro. Em vários estados do Brasil, a população recebe no celular um alerta da Defesa Civil quando está para cair uma chuva muito forte, que traz algum tipo de perigo. Em São Paulo, os alertas partem de uma sala. São emitidos assim que os meteorologistas identificam o temporal se formando, para dar tempo de buscar proteção. “Não subestime esses alertas e jamais enfrente os riscos. Jamais tente transpor uma correnteza, uma enxurrada, jamais entre com seu veículo ou até em uma área alagada. Jamais fique abrigado embaixo de árvores, jamais fique abrigado perto de estruturas metálicas, redes de transmissão. Procure sempre um abrigo seguro em uma edificação segura, em uma área segura”, afirma o tenente-coronel Adriano José Baruffaldi, da Defesa Civil do Estado de SP. Chuva em SP: 13 pessoas morrem vítimas das enchentes, queda de árvores ou deslizamentos Jornal Nacional/ Reprodução Orientações que ganham ainda mais importância diante dos eventos climáticos extremos e do histórico crescimento desordenado das cidades, com a ocupação de áreas de várzea e desvio do curso de rios. Só em São Paulo, as ocorrências registradas pela Defesa Civil Municipal – que incluem quedas de árvore, inundações, alagamentos e deslizamentos – aumentaram em mais de um quarto de 2024 para 2025. “A gente tem que fortalecer a Defesa Civil, mas também as comunidades. Trabalhar a percepção de risco junto à sociedade. Considerando que a gente já conhece as áreas que podem ser impactadas por esses desastres, já pensar formas de recuperação, de reconstrução, caso esses desastres ocorram. Os desastres estão aumentando, as vítimas estão aumentando e os impactos estão aumentando. Por causa disso e por causa também da lentidão e da omissão do poder público nas estratégias de adaptação do espaço urbano e das cidades, o que está sendo feito não está sendo suficiente”, afirma Anderson Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Unifest. LEIA TAMBÉM Chuva deixa regiões da capital em estado de atenção para alagamentos; 48 mil imóveis ficam sem luz na Grande SP Gangorra do tempo: temperaturas voltam a subir em SP nesta semana, com previsão de pancadas de chuva no final do dia; veja previsão

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/01/26/chuva-em-sp-13-pessoas-morrem-vitimas-das-enchentes-queda-de-arvores-ou-deslizamentos.ghtml


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